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Record TV é acusada de racismo após Universal citar Beyoncé em caso de “magia negra”

A RecordTV veiculou na madrugada da última quarta-feira, 06, uma matéria em que associa a cantora norte-americana Beyoncé e o álbum visual ‘Black Is King’ com a “prática de magia negra” .

O termo, considerado racista e intolerante, foi usado pelo apresentador Adilson Silva, que é bispo na Igreja Universal, no programa ‘Fala Que Eu te Escuto’, que foi ao ar na grade da emissora às 00h45 (de Brasília) e que teve transmissão também pelo Facebook.

O apresentador falou que “pessoas que foram vítimas de trabalho de amarração” não teriam melhoras nas suas respectivas vidas. Em seguida, ele diz que “tem muita gente se envolvendo com magia negra, inclusive pessoas famosas”.

 

 

A matéria descreve a cantora Beyoncé como uma figura longe de polêmicas, mas que “assustou os fãs” por “ser acusada de bruxaria”.

“Ela teria praticado rituais de magia negra contra uma ex-integrante de sua banda”, acusa a matéria, que exibe manchetes de jornais se referindo à Kimberly Thompson, ex-baterista que acusou Bey em 2018.

A reportagem ainda explica que magia negra seria um “manejo de forças sobrenaturais com intenções e propósitos malévolos”. Após a veiculação, o bispo falou que o uso de amuletos, apetrechos e rituais não valem e que “toda maldição foi vencida na cruz”. 

Por redação

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