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Ex-Panicat acusa Pânico na TV judicialmente de assédio moral e questões trabalhistas

Nesta terça-feira, 26, a ex-panicat Carol Dias abriu o jogo sobre uma grande polêmica! A modelo conversou com os apresentadores do programa Fofocalizando, do SBT, que divulgou detalhes sobre um processo que a mesma móvel contra o programa Pânico na TV, dentre os principais motivos estão situações de assédio moral e também questões trabalhistas, tendo em vista o fato dela ser registrada em carteira pela emissora.

Carol relatou na entrevista algumas situações complicadas que viveu na atração humorística, ela disse que o valor cobrado inicialmente é de R$300 mil. Além disso, ela contou que muitas das situações que o público citava como “armada” não eram como pareciam e, neste instante, elas não haviam escolhas a não ser realizar os medonhos desafios para a gravação do programa.

“Muitas vezes que as pessoas viam na TV e falavam que as situações eram armadas. Algumas eram, mas a gente tinha que fazer muitas outras coisas que não eram armadas e não tínhamos opções. Nos últimos anos eu pedia para rever a minha posição no programa e nunca fui atendida. Uma vez fui gravar uma externa e uma das meninas me perguntou se eu namorava. Eu falei que sim e um diretor de externa respondeu: ‘Ela não namora. Ela tem cliente’, dando a entender que a gente fazia programa. Era humilhante. Eu tive que ficar quieta ao redor de inúmeras pessoas”, disparou a mesma.

A morena ainda contou que chegou a ser descartada do programa devido ao seu porte físico, o que acabou ocasionando um grande trauma em sua vida. Para superar o mesmo, a estrela disse que recorreu ao uso de remédios para se controlar psicologicamente.

“Eu estava cheinha e tive que escutar de uma diretora: “Cartão vermelho pra você, você está gorda’. A mesma foi quem pediu meu maiô após uma gravação, dizendo que era uma solicitação dos diretores”, disse a mesma.

Com relação ao comportamento do apresentador do humorístico, Emílio Surita, ela negou sua participação nos crimes de assédio.

“Ele era super educado, mas sempre foi um cara resguardado, me tratava bem”, pontuou Carol.

Por Redação