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Ex-BBB Marcela revela que já foi abusada sexualmente

A ex-BBB Marcela usou o seu perfil oficial no Twitter para falar sobre um assunto bastante polêmico que rendeu muitas críticas a ela dentro do reality da Globo: as acusações de ‘feminismo seletivo’.

A médica fez um longo desabafo sobre o assunto e assumiu todos os erros cometidos dentro do confinamento. Além disso, a mesma chegou a revelar que sofreu abuso sexual, mas não denunciou.

“Gente o que tiver que ser conversado, será em algum momento. Eu tenho muita consciência de tudo que aconteceu, erros e acertos e eu sei muito bem do meu coração e das coisas que eu acredito. Apenas acho importante falar uma coisa: feminismo é sobre libertar  as mulheres do patriarcado. É uma luta coletiva, não individual”, começou.

Logo em seguida, Marcela citou as diversas lutas diárias que enfrenta: “Eu vivo meu feminismo quando eu luto para que as mulheres tenham autonomia no parto, eu vivo meu feminismo quando luto pelo atendimento humanizado de pacientes vítimas de abuso sexual, eu vivo meu feminismo quando eu incentivo mulheres a se informarem e legitimarem seu prazer e vida sexual.”

“Eu vivo meu feminismo nas infinitas palestras que dei e dou de graça para ensinar alunos de medicina e áreas da saúde sobre um atendimento respeitoso e feminista das mulheres, eu vivo nas palestras de educação sexual que eu dei para crianças e adolescentes Eu vivo meu feminismo tentando não incentivar rivalidade entre mulheres, tentando fazer as mulheres enalteceram umas as outras, se unirem por causas que acreditem,não deixarem que homens as machuquem.”

Marcela, então, revelou o abuso que sofreu no passado: “Eu sou feminista e já vivi uma relação abusiva, eu sou feminista e já fui embora chorando sem me defender quando um homem gritou comigo no trabalho, eu sou feminista e alguns anos atrás fui abusada sexualmente e não denunciei.”

Ela também comentou sobre o seu envolvimento com Daniel e a sua amiga, Gizelly: “Eu sou feminista e me apaixonei em um jogo, com vínculos feitos há menos de um mês, em um contexto que EXIGIA escolhas, e eu escolhi quem eu mais estava conectada (e  sempre deixei claro que a prioridade máxima era Gi). Sou feminista e erro, e ainda tenho muita coisa pra acrescentar no meu feminismo para que ele não seja RASO (o que mais tenho feito desde que saí da casa é escutar e ler sobre ). Não vou deixar que um movimento seja invalidado, nem aceitar que tudo que eu já fiz e faço perca seu valor.”

Em seguida, ela finalizou: “Meu feminismo está onde e como eu contribuo com a vida de outras mulheres , não em escolhas de afinidades dentro de um jogo. E mulheres, tudo bem ser feminista e errar tá? To aqui pra gente dar as mãos, aprender e consertar e não pra te atacar.”

Por redação

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